Bem, acho que isso não é difícil de achar na Internet, mas não custa nada informar.
Um tempo atrás, alguém perguntou na lista de discussão da FUG-BR como achar a localização de algum endereço IP no mundo. Surgiram duas sugestões:
Desses dois, gostei mais do http://ip-address.cc/, pois ele aponta a localização usando o Google Maps.
Procurei mais e encontrei também http://whatismyipaddress.com/. Esse também aponta a localização com o Google Maps e ainda detectou o proxy da minha rede e também tem uma ferramenta que informa se o endereço está listado em alguma Blacklist de servidores de e-mail. Adorei isso!
Se alguém conhecer mais sites ou aplicativos que possam dar informações sobre endereços IPs, podem sugerir através dos comentários.
Outra forma também de descobrir quem detém um endereço ou faixa de IPs é através de uma pesquisa de whois (use o comando "whois" em algum sistema Unix ou use a pesquisa do registro.br).
terça-feira, dezembro 22, 2009
sábado, dezembro 05, 2009
Fucking Linux source code
@menelkir postou hoje no Twitter:
Já imaginei o que era. Executei o comando e o wc contou 36 "fuck"s no código inteiro. Dos 36, destaco abaixo os que achei mais engraçados:
arch/mips/kernel/irixelf.c: #if 0 /* XXX No fucking way dude... */
arch/mips/kernel/irixioctl.c: * irixioctl.c: A fucking mess...
Documentation/DocBook/kernel-locking.tmpl: If you don't see why, please stay the fuck away from my code.
drivers/net/sunhme.c: /* This card is _fucking_ hot... */
drivers/scsi/qlogicpti.h: /* Am I fucking pedantic or what? */
fs/binfmt_aout.c: /* Fuck me plenty... */
include/linux/netfilter/xt_limit.h: /* Ugly, ugly fucker. */
sound/oss/opl3.c: * What the fuck is going on here? We leave junk in the beginning
E o melhor de todos:
lib/vsprintf.c: * Wirzenius wrote this portably, Torvalds fucked it up :-)
Aliás, tem também uma coisa que não entendi, está no primeiro "fuck" da minha lista:
O que o cara pretendia fazer com isso???
Ah, pra quem não conhece: meu Twitter.
@IP_FIX @paulopow grep -iR fuck /usr/src/linux/* | wc -l
Já imaginei o que era. Executei o comando e o wc contou 36 "fuck"s no código inteiro. Dos 36, destaco abaixo os que achei mais engraçados:
arch/mips/kernel/irixelf.c: #if 0 /* XXX No fucking way dude... */
arch/mips/kernel/irixioctl.c: * irixioctl.c: A fucking mess...
Documentation/DocBook/kernel-locking.tmpl: If you don't see why, please stay the fuck away from my code.
drivers/net/sunhme.c: /* This card is _fucking_ hot... */
drivers/scsi/qlogicpti.h: /* Am I fucking pedantic or what? */
fs/binfmt_aout.c: /* Fuck me plenty... */
include/linux/netfilter/xt_limit.h: /* Ugly, ugly fucker. */
sound/oss/opl3.c: * What the fuck is going on here? We leave junk in the beginning
E o melhor de todos:
lib/vsprintf.c: * Wirzenius wrote this portably, Torvalds fucked it up :-)
Aliás, tem também uma coisa que não entendi, está no primeiro "fuck" da minha lista:
#if 0
O que o cara pretendia fazer com isso???
Ah, pra quem não conhece: meu Twitter.
quarta-feira, novembro 25, 2009
Hoje recebi um e-mail de Abelardo Fraga, Diretor Comercial da AF Datalink, fabricante de cabos coaxiais. Ele comenta sobre o artigo O fim da paranóia, que eu escrevi em julho deste ano, falando sobre a não necessidade de usarmos stubs nos cabos coaxiais em redes Wi-Fi. Copio abaixo o e-mail de Abelardo:
Fica claro que não precisamos realmente usar stubs pra fazer casamento de impedância dos nossos sistemas. Uma boa conectorização e manuseio dos cabos são suficientes para tirarmos o máximo de proveito do nosso sistema, sem esquecer de usar materiais de boa qualidade, claro.
Obviamente, gambiarras só vão piorar a situação. Alguém aqui já viu stub em torres de operadoras de celular?
"Prezado João Paulo Just
Recebi o seu artigo e achei bem interessante. Realmente usar stub não se faz necessário, e não recomendamos.
Na verdade o maior indíce de problemas que achamos em instalações e que geram problemas de transmissão do sinal são:
uso de conectores de baixa qualidade
montagem dos conectores não adequadas
danos no cabo
Claro que poderia falar de uso de cabos de baixa qualidade (mas prefiro omitir este comentário para não parcerer parcial ).
O fato é que gastamos muitos esforços na fabricação (controle do processo) dos cabos para termos um cabo com baixa perdade retorno, sem contar nos investimentos em equipamentos de controle do processo e de laboratório. A garantia da baixa perda de retorno no cabo , um manuseio adequado do cabo em campo e com uma boa conectorização são necessários e suficientes para ter uma boa transmissão de sinal.
Faço aqui o convite para conhecer a nossa fábrica qdo estiver por São Paulo."
Fica claro que não precisamos realmente usar stubs pra fazer casamento de impedância dos nossos sistemas. Uma boa conectorização e manuseio dos cabos são suficientes para tirarmos o máximo de proveito do nosso sistema, sem esquecer de usar materiais de boa qualidade, claro.
Obviamente, gambiarras só vão piorar a situação. Alguém aqui já viu stub em torres de operadoras de celular?
domingo, julho 26, 2009
Calcule o casamento da sua antena
Olá, pessoal.
Continuei trabalhando no assunto do post anterior, sobre stubs e casamento de impedâncias. Pra facilitar minha tarefa, fiz um programa em Java que calcula qual a porcentagem de potência do sinal emitido pelo rádio que chegará à sua antena, dadas as impedâncias complexas do cabo e da antena. O link para download está abaixo:
http://www.rg3.net/rf/impedancia.zip
O arquivo ZIP vem com o código-fonte do programa (quem quiser mexer no código, use o Eclipse). Pra rodar, basta ter o Java instalado e executar o arquivo Impedancia.jar
Pois bem, com esse programa, fiz uns testes. Um certo indivíduo andou dizendo que provedor de Internet não sabe instalar antena, que na maioria das vezes, quando um provedor instala uma antena, obtém apenas 30% de rendimento do sistema (ou seja, apenas 30% da energia emitida pelo rádio é irradiada pela antena). E que fazendo o stub, poderíamos conseguir subir esse nível pra 80%.
No texto do post anterior, mostrei através de cálculos que usando um cabo de 50 ohms e uma antena também de 50 ohms de dois fornecedores bem conhecidos, conseguiríamos 99% de rendimento (99% da energia do rádio seria irradiada pela antena). Em um post do Under-linux.org, essa mesma pessoa disse que isso era absurdo, que se os fabricantes tivessem feito a antena com aquele valor de impedância que usei, eles poderiam fazer antenas pra NASA, pois estaria muito perfeita (eu acredito no fabricante, pois pelo e-mail que recebi, me parece que eles mediram esse valor de impedância. Tem até um gráfico da Carta de Smith).
Então, decidi fazer mais cálculos. Suponha que estamos usando uma antena de exatos 50 ohms e um cabo de também exatos 75 ohms. Já é uma diferença muito grande, imagino que maior do que a diferença real entre um cabo e uma antena, ambos de 50 ohms. Usei o programinha que fiz pra medir quanta energia chegaria à antena e obtive o resultado abaixo:

De acordo com os cálculos, 96% de energia chegaria à antena. Ora, usando cabos e antenas de 50 ohms não seriam apenas uns 30%?? Como é que usando um cabo de 75 ohms e uma antena de 50 ohms conseguiríamos 96%?
Decidi continuar, e usei agora um cabo de 100 ohms e uma antena ainda de 50 ohms. Muito grande a diferença, não é? Será que um cabo comercial de 50 ohms e uma antena comercial também de 50 ohms chegariam a essa diferença tão monstruosa? Mesmo assim, vamos ver como ficaria?

Agora, 88,88% (praticamente 89%) da energia foi irradiada. Perdemos 12% de energia. E aquela história que antena de provedor de Internet só irradia 30% de energia? Será que uma instalação de provedor, usando os cabos de impedâncias corretas, é realmente pior que essa instalação usando cabos de 100 ohms e antenas de 50 ohms?
O que eu quero dizer mais uma vez, é que não precisamos nos aterrorizar com fábulas e charadas de um engenheiro marqueteiro, que só quer vender antenas. Também não estou dizendo que podemos usar qualquer cabo na instalação, claro que 12% de energia é uma perda a qual não podemos nos dar o luxo de perder, principalmente por causa do sinal que chega à antena, que é na casa dos decibéis negativos.
E pra ressaltar: não sou eu que estou inventando essas coisas, tudo isso aprendi em livros.
Continuei trabalhando no assunto do post anterior, sobre stubs e casamento de impedâncias. Pra facilitar minha tarefa, fiz um programa em Java que calcula qual a porcentagem de potência do sinal emitido pelo rádio que chegará à sua antena, dadas as impedâncias complexas do cabo e da antena. O link para download está abaixo:
http://www.rg3.net/rf/impedancia.zip
O arquivo ZIP vem com o código-fonte do programa (quem quiser mexer no código, use o Eclipse). Pra rodar, basta ter o Java instalado e executar o arquivo Impedancia.jar
Pois bem, com esse programa, fiz uns testes. Um certo indivíduo andou dizendo que provedor de Internet não sabe instalar antena, que na maioria das vezes, quando um provedor instala uma antena, obtém apenas 30% de rendimento do sistema (ou seja, apenas 30% da energia emitida pelo rádio é irradiada pela antena). E que fazendo o stub, poderíamos conseguir subir esse nível pra 80%.
No texto do post anterior, mostrei através de cálculos que usando um cabo de 50 ohms e uma antena também de 50 ohms de dois fornecedores bem conhecidos, conseguiríamos 99% de rendimento (99% da energia do rádio seria irradiada pela antena). Em um post do Under-linux.org, essa mesma pessoa disse que isso era absurdo, que se os fabricantes tivessem feito a antena com aquele valor de impedância que usei, eles poderiam fazer antenas pra NASA, pois estaria muito perfeita (eu acredito no fabricante, pois pelo e-mail que recebi, me parece que eles mediram esse valor de impedância. Tem até um gráfico da Carta de Smith).
Então, decidi fazer mais cálculos. Suponha que estamos usando uma antena de exatos 50 ohms e um cabo de também exatos 75 ohms. Já é uma diferença muito grande, imagino que maior do que a diferença real entre um cabo e uma antena, ambos de 50 ohms. Usei o programinha que fiz pra medir quanta energia chegaria à antena e obtive o resultado abaixo:

De acordo com os cálculos, 96% de energia chegaria à antena. Ora, usando cabos e antenas de 50 ohms não seriam apenas uns 30%?? Como é que usando um cabo de 75 ohms e uma antena de 50 ohms conseguiríamos 96%?
Decidi continuar, e usei agora um cabo de 100 ohms e uma antena ainda de 50 ohms. Muito grande a diferença, não é? Será que um cabo comercial de 50 ohms e uma antena comercial também de 50 ohms chegariam a essa diferença tão monstruosa? Mesmo assim, vamos ver como ficaria?

Agora, 88,88% (praticamente 89%) da energia foi irradiada. Perdemos 12% de energia. E aquela história que antena de provedor de Internet só irradia 30% de energia? Será que uma instalação de provedor, usando os cabos de impedâncias corretas, é realmente pior que essa instalação usando cabos de 100 ohms e antenas de 50 ohms?
O que eu quero dizer mais uma vez, é que não precisamos nos aterrorizar com fábulas e charadas de um engenheiro marqueteiro, que só quer vender antenas. Também não estou dizendo que podemos usar qualquer cabo na instalação, claro que 12% de energia é uma perda a qual não podemos nos dar o luxo de perder, principalmente por causa do sinal que chega à antena, que é na casa dos decibéis negativos.
E pra ressaltar: não sou eu que estou inventando essas coisas, tudo isso aprendi em livros.
segunda-feira, julho 20, 2009
O fim da paranóia (pra que stubs?)
Em maio, fiz o curso de antenas do Eng. Gilvan Enriconi. Porém, não saí de lá 100 % satisfeito e ainda fiquei meio em dúvida sobre algumas coisas ali ensinadas.
Uma delas é o uso de stubs para casamento de impedâncias. Porém, os rádios Wi-Fi são de 50 ohms, as antenas também são de 50 ohms e sempre usamos cabos de 50 ohms para conectá-los. Então as impedâncias já estão casadas, certo? Porém, segundo Gilvan, os cabos e antenas não possuem as impedâncias exatamente em 50 ohms. Sendo assim, obtive as impedâncias complexas e exatas de cabos e antenas que eu uso através dos fabricantes e apliquei as fórmulas para cálculo de ROE.
Minha conclusão: não precisamos de stub, como Gilvan dizia em seus cursos.
No link abaixo, vocês poderão baixar um PDF com explicações completas e os cálculos que me levaram à esta conclusão.
http://www.rg3.net/rf/o_fim_da_paranoia.pdf
Uma delas é o uso de stubs para casamento de impedâncias. Porém, os rádios Wi-Fi são de 50 ohms, as antenas também são de 50 ohms e sempre usamos cabos de 50 ohms para conectá-los. Então as impedâncias já estão casadas, certo? Porém, segundo Gilvan, os cabos e antenas não possuem as impedâncias exatamente em 50 ohms. Sendo assim, obtive as impedâncias complexas e exatas de cabos e antenas que eu uso através dos fabricantes e apliquei as fórmulas para cálculo de ROE.
Minha conclusão: não precisamos de stub, como Gilvan dizia em seus cursos.
No link abaixo, vocês poderão baixar um PDF com explicações completas e os cálculos que me levaram à esta conclusão.
http://www.rg3.net/rf/o_fim_da_paranoia.pdf
quarta-feira, abril 08, 2009
Meu Twitter
Há um tempo atrás (um ou dois meses, mais ou menos), criei uma conta no Twitter.
Pra que não conhece, o Twitter é um serviço de microblog. E o que seria isso? Você escreve pequenos textos de até 140 caracteres, como se fosse um blog. O bom é que na sua página do Twitter você vê rapidamente seus textos e os textos das pessoas que você está seguindo. Quando você escreve um texto, ele também fica visível na página dos seus seguidores. Só experimentando pra entender completamente.
Pra quem quiser me seguir por lá: twitter.com/jpjust
Pra que não conhece, o Twitter é um serviço de microblog. E o que seria isso? Você escreve pequenos textos de até 140 caracteres, como se fosse um blog. O bom é que na sua página do Twitter você vê rapidamente seus textos e os textos das pessoas que você está seguindo. Quando você escreve um texto, ele também fica visível na página dos seus seguidores. Só experimentando pra entender completamente.
Pra quem quiser me seguir por lá: twitter.com/jpjust
sábado, abril 04, 2009
Aulas de Java
Quem me conhece sabe que eu odeio Java, porém, fui chamado pra dar aula de programação Java em um centro técnico daqui da minha cidade. Aceitei a proposta como um desafio, somente assim eu iria aprender (mesmo não gostando, é bom aprender outra linguagem).
Comecei a dar as aulas em uma sexta-feira 13 (13 de março). Na primeira semana, foi só lógica de programação e algorítmos, da segunda em diante, colocamos a mão na massa com o Eclipse.
Como o curso tem somente 300 h, as coisas estão andando um pouco rápidas. Enquanto que nas Universidades estudamos algorítmos em um semestre inteiro antes de pegar uma linguagem mais complexa, já entraremos em orientação a objetos na semana que vem.
Qual o motivo desse post? Estou pensando em colocar posts ensinando o básico de Java aqui, da mesma forma que fiz com wxWidgets. Mas ainda não decidi, pois somente quando terminar o curso é que vou fazer uma auto-avaliação pra saber se poderei escrever as aulas-posts de Java com um mínimo de qualidade.
Por enquanto, estou aprendendo com meus alunos. :)
Comecei a dar as aulas em uma sexta-feira 13 (13 de março). Na primeira semana, foi só lógica de programação e algorítmos, da segunda em diante, colocamos a mão na massa com o Eclipse.
Como o curso tem somente 300 h, as coisas estão andando um pouco rápidas. Enquanto que nas Universidades estudamos algorítmos em um semestre inteiro antes de pegar uma linguagem mais complexa, já entraremos em orientação a objetos na semana que vem.
Qual o motivo desse post? Estou pensando em colocar posts ensinando o básico de Java aqui, da mesma forma que fiz com wxWidgets. Mas ainda não decidi, pois somente quando terminar o curso é que vou fazer uma auto-avaliação pra saber se poderei escrever as aulas-posts de Java com um mínimo de qualidade.
Por enquanto, estou aprendendo com meus alunos. :)
sexta-feira, fevereiro 13, 2009
quarta-feira, dezembro 31, 2008
Fechando o ano com tag de ouro
<p><strong>Desejo a todos os visitantes do meu blog boas festas,
felicidades, e um ano novo repleto de realizações!</strong></p>
</2008>
terça-feira, dezembro 23, 2008
Protegendo-se com o FreeBSD
Estava fuçando na net sobre alguns "tunnings" pro FreeBSD e achei isso:
Protecting yourself with FreeBSD
Essa página mostra algumas atitudes que administradores de sistemas FreeBSD podem tomar pra tentar diminuir os impactos de um ataque DDoS. O texto é antigo, mas vale ainda hoje. :)
Feliz Natal a todos e até 2009!! :D
Protecting yourself with FreeBSD
Essa página mostra algumas atitudes que administradores de sistemas FreeBSD podem tomar pra tentar diminuir os impactos de um ataque DDoS. O texto é antigo, mas vale ainda hoje. :)
Feliz Natal a todos e até 2009!! :D
quinta-feira, novembro 06, 2008
RG3.Net agora em inglês
Para o resto do mundo, pois seria muito egoísmo deixar o serviço de redirecionamentos da RG3 somente para os falantes da língua portuguesa. :)
Comecei antes de ontem a traduzir a aplicação usando o plugin I18N do Catalyst.
Com esse plugin, basta eu colocar as strings que deverão ser trauzidas dentro do método Catalyst->loc() e com a ajuda do xgettext.pl, criar e manter os arquivos .po de cada idioma. No caso do site da RG3, deixei as strings da aplicação em inglês, que vai ser o idioma padrão e criei o arquivo pt.po com as traduções pra português.
Dessa forma, se o navegador do visitante tiver suporte a português, o site vai abrir em português, caso contrário, abrirá em inglês.
Configure seu navegador com o idioma inglês e dê uma olhadinha.
Comecei antes de ontem a traduzir a aplicação usando o plugin I18N do Catalyst.
Com esse plugin, basta eu colocar as strings que deverão ser trauzidas dentro do método Catalyst->loc() e com a ajuda do xgettext.pl, criar e manter os arquivos .po de cada idioma. No caso do site da RG3, deixei as strings da aplicação em inglês, que vai ser o idioma padrão e criei o arquivo pt.po com as traduções pra português.
Dessa forma, se o navegador do visitante tiver suporte a português, o site vai abrir em português, caso contrário, abrirá em inglês.
Configure seu navegador com o idioma inglês e dê uma olhadinha.
quarta-feira, outubro 29, 2008
O jornal Folha Online me decepcionou
Hoje li uma matéria no Folha Online - Informática que dizia sobre um aluno de 15 anos que foi processado após ter descoberto uma falha no sistema da escola e avisado ao diretor.
No último parágrafo da notícia, a Folha Online usa o termpo "piratas virtuais", enquanto que na notícia do site The Register, de onde eles provavelmente tiraram as informações, de acordo com o que diz o segundo parágrafo do texto da Folha Online, usou-se o termo "hacker" (para informar que os hackers criticaram a decisão de processar o jovem, já que ele não usou a falha pra prejudicar a escola e, ao invés disso, informou o problema ao diretor, que deveria apenas corrigir e agradecer o aviso).
Então, mandei a mensagem abaixo pro pessoal da Folha Online:
"Acho que não deveriam usar o termo 'piratas virtuais' no último parágrafo. Lendo a notícia original no The Register, eles dizem '...hackers have criticized...'. A mídia precisa entender que hacker não é vândalo nem pirata, esses últimos são chamados 'crackers'. Hackers são pessoas que estudam a fundo aquilo que gostam ou praticam ao ponto de fazer coisas que muitos possam achar politicamente incorreto. Por exemplo: um hacker pode criar um vírus com o intuito de aprender novas técnicas de programação, mas apenas o cracker disseminaria esse vírus com o intuito de prejudicar terceiros. Outro exemplo que achei bom, foi quando Richard Stallman disse que 'Gilberto Gil é um hacker da música'. Espero ter contribuído."
Fiz minha parte. Porém, minutos depois, recebi o seguinte e-mail da Folha Online:
"Prezado leitor, a Folha Online não utiliza o termo 'hackers'.
Esperamos contar sempre com sua leitura e participação
Atenciosamente,
Equipe Folha Online"
Fiquei decepcionado. Por que? Porque um jornal, formador de opinião, deveria usar os termos corretos. Dessa forma, os leitores acreditam que qualquer pessoa que descobre falhas em sistemas é um pirata virtual ou criminoso da informática. A mídia deveria usar os termos corretos, para que os hackers de verdade não fossem mais taxados de foras da lei.
Inclusive, pesquisando o termo "hacker" no próprio site do jornal, pude ver que eles usam sim a palavra "hacker". Vejam o resultado da pesquisa!
No último parágrafo da notícia, a Folha Online usa o termpo "piratas virtuais", enquanto que na notícia do site The Register, de onde eles provavelmente tiraram as informações, de acordo com o que diz o segundo parágrafo do texto da Folha Online, usou-se o termo "hacker" (para informar que os hackers criticaram a decisão de processar o jovem, já que ele não usou a falha pra prejudicar a escola e, ao invés disso, informou o problema ao diretor, que deveria apenas corrigir e agradecer o aviso).
Então, mandei a mensagem abaixo pro pessoal da Folha Online:
"Acho que não deveriam usar o termo 'piratas virtuais' no último parágrafo. Lendo a notícia original no The Register, eles dizem '...hackers have criticized...'. A mídia precisa entender que hacker não é vândalo nem pirata, esses últimos são chamados 'crackers'. Hackers são pessoas que estudam a fundo aquilo que gostam ou praticam ao ponto de fazer coisas que muitos possam achar politicamente incorreto. Por exemplo: um hacker pode criar um vírus com o intuito de aprender novas técnicas de programação, mas apenas o cracker disseminaria esse vírus com o intuito de prejudicar terceiros. Outro exemplo que achei bom, foi quando Richard Stallman disse que 'Gilberto Gil é um hacker da música'. Espero ter contribuído."
Fiz minha parte. Porém, minutos depois, recebi o seguinte e-mail da Folha Online:
"Prezado leitor, a Folha Online não utiliza o termo 'hackers'.
Esperamos contar sempre com sua leitura e participação
Atenciosamente,
Equipe Folha Online"
Fiquei decepcionado. Por que? Porque um jornal, formador de opinião, deveria usar os termos corretos. Dessa forma, os leitores acreditam que qualquer pessoa que descobre falhas em sistemas é um pirata virtual ou criminoso da informática. A mídia deveria usar os termos corretos, para que os hackers de verdade não fossem mais taxados de foras da lei.
Inclusive, pesquisando o termo "hacker" no próprio site do jornal, pude ver que eles usam sim a palavra "hacker". Vejam o resultado da pesquisa!
quarta-feira, setembro 03, 2008
Google Chrome
Instalei hoje nos PCs da RG3. Não pude instalar no meu notebook pois ainda não fizeram o Chrome pra Linux :(
A primeira impressão que tive é que ele realmente é bem simples. Navegador foi feito pra navegar e pronto. Nada de frescuragem. Se o Firefox simplificou a cara dos navegadores, o Chrome simplificou mais ainda (e o Internet Explorer acabou tendo que acompanhar o Firefox nesse quesito).
A segunda impressão que tive é que o bixo é realmente rápido! Nunca vi coisa igual. Não sei se é porque o cache dele ainda está vazio, mas a velocidade me impressionou. Ele usa o mesmo engine do Safari, o WebKit. Inclusive, olhando o User-Agent do Chrome, vi que tem um Safari no final da string (não pude colar a string inteira aqui porque estou escrevendo esse post pelo Linux, vou pegar a string no Windows e colocar aqui depois).
Li também toda a estória em quadrinhos que a Google fez pro lançamento do Chrome e pude concluir que eles fizeram um navegador da complexidade de um sistema operacional, muito violento. Inclusive a forma de tratar as coisas, com vários processos, isolamento entre eles, etc., ficou muito bom e bem pensado.
A terceira coisa que gostei nele foi a página "New tab", que aparece quando você abre uma nova aba. Nessa página, são mostrados os thumbnails dos nove sites mais acessados, além das pesquisas mais recentes. Basta um clique pra reabrir uma página.
O site oficial está em www.google.com/chrome.
Pra quem não sabe do que estou falando ainda, leiam essa notícia.
A primeira impressão que tive é que ele realmente é bem simples. Navegador foi feito pra navegar e pronto. Nada de frescuragem. Se o Firefox simplificou a cara dos navegadores, o Chrome simplificou mais ainda (e o Internet Explorer acabou tendo que acompanhar o Firefox nesse quesito).
A segunda impressão que tive é que o bixo é realmente rápido! Nunca vi coisa igual. Não sei se é porque o cache dele ainda está vazio, mas a velocidade me impressionou. Ele usa o mesmo engine do Safari, o WebKit. Inclusive, olhando o User-Agent do Chrome, vi que tem um Safari no final da string (não pude colar a string inteira aqui porque estou escrevendo esse post pelo Linux, vou pegar a string no Windows e colocar aqui depois).
Li também toda a estória em quadrinhos que a Google fez pro lançamento do Chrome e pude concluir que eles fizeram um navegador da complexidade de um sistema operacional, muito violento. Inclusive a forma de tratar as coisas, com vários processos, isolamento entre eles, etc., ficou muito bom e bem pensado.
A terceira coisa que gostei nele foi a página "New tab", que aparece quando você abre uma nova aba. Nessa página, são mostrados os thumbnails dos nove sites mais acessados, além das pesquisas mais recentes. Basta um clique pra reabrir uma página.
O site oficial está em www.google.com/chrome.
Pra quem não sabe do que estou falando ainda, leiam essa notícia.
quinta-feira, agosto 28, 2008
Do FreeBSD 4.7 ao 7.0
Em 7 de fevereiro deste ano, escrevi um post contando minha trajetória pelo Linux. Nos comentários deste post, um Anônimo pediu pra eu contar minha trajetória pelo FreeBSD.
Pois bem, a vida com FreeBSD também começou quando eu cursava Física na UEFS. Eu já estava me familiarizando com os RedHats 7.0 do Laboratório de Física Computacional e, inclusive, já havia instalado ele em um servidor de impressão que tinha no laboratório. Não era uma máquina parruda, apenas um Pentium 233 MHz com 64 MB de RAM.
Dois colegas de curso, Alex Gamas e Leonardo Gamas (irmãos) eram uma das minhas principais fontes de conhecimento em Linux, seguidos por Jorge Kaschy, Nazareno e Dagoberto Freitas (estes três últimos, professores), e foram os irmãos Gamas que me apresentaram o FreeBSD.
Na época, consegui um CD de instalação do FreeBSD 4.7, não lembro se foram eles que me conseguiram ou se eu baixei na Internet. Tirei o RedHat 7.0 do servidorzinho e instalei o Free. Com o Samba, eu fiz um controlador de domínio e os alunos do curso passaram a ter login e senha para acessar as máquinas. Isso ajudou bastante, porque na Universidade, vinha gente de todo canto, às vezes nem aluno era, e ficavam enchendo as máquinas com vírus.
Com o Samba e o FreeBSD 4.7 fiz também um servidor de impressão. O pessoal gostou muito. Tinham 20 MB de espaço no HD pra salvar trabalhos e podiam imprimir sem os problemas que davam antes no Windows NT, que era o sistema do servidor antes do RedHat.
O esquema de PDC (controlador de domínio) fez tanto sucesso na Universidade que um professor do curso de Matemática me chamou pra ajudar ele a fazer o mesmo no laboratório de lá. Inclusive, alguns alunos de outros cursos vinham me pedir pra usarem os PCs do nosso laboratório, pois tínhamos a fama de "o único laboratório da UEFS sem vírus", mas isso não tem nada a ver com o FreeBSD no servidor, tem a ver com as políticas de segurança que eu aplicava nos Windows NT dos PCs. Em 2004 fui pra Ilhéus cursar Ciência da Computação na UESC e desde então, nunca mais havia usado um FreeBSD.
Em 2006, quando comecei a ajudar os funcionários da RG3.Net a dar manuntenção nos servidores foi que me reencontrei com o FreeBSD, desta vez, na versão 5.2.
Em 2007, assumi a propriedade da RG3.Net e desde então, fiz algumas atualizações. O servidor do provedor tornou-se FreeBSD 6.2 (instalei uma máquina nova com o sistema do zero), que posteriormente foi atualizado para 6.3. Hoje em dia, temos outro servidor novo, com o FreeBSD 7.0. O servidor do site também foi atualizado pra versão 7.
Nessa retomada no mundo do FreeBSD foi que eu aprendi várias coisas, como usar o ports e outros programas correlatos como portsnap, portupgrade e freebsd-update.
Hoje em dia uso FreeBSD diariamente, não no meu desktop, mas nos servidores e estou feliz com isso. Inclusive, após usar Linux em servidores por muito tempo lá em Ilhéus e voltando pro FreeBSD aqui em Feira de Santana, posso afirmar: em se tratando de servidores de rede, considero o FreeBSD muito mais fácil de configurar e usar.
Pois bem, a vida com FreeBSD também começou quando eu cursava Física na UEFS. Eu já estava me familiarizando com os RedHats 7.0 do Laboratório de Física Computacional e, inclusive, já havia instalado ele em um servidor de impressão que tinha no laboratório. Não era uma máquina parruda, apenas um Pentium 233 MHz com 64 MB de RAM.
Dois colegas de curso, Alex Gamas e Leonardo Gamas (irmãos) eram uma das minhas principais fontes de conhecimento em Linux, seguidos por Jorge Kaschy, Nazareno e Dagoberto Freitas (estes três últimos, professores), e foram os irmãos Gamas que me apresentaram o FreeBSD.
Na época, consegui um CD de instalação do FreeBSD 4.7, não lembro se foram eles que me conseguiram ou se eu baixei na Internet. Tirei o RedHat 7.0 do servidorzinho e instalei o Free. Com o Samba, eu fiz um controlador de domínio e os alunos do curso passaram a ter login e senha para acessar as máquinas. Isso ajudou bastante, porque na Universidade, vinha gente de todo canto, às vezes nem aluno era, e ficavam enchendo as máquinas com vírus.
Com o Samba e o FreeBSD 4.7 fiz também um servidor de impressão. O pessoal gostou muito. Tinham 20 MB de espaço no HD pra salvar trabalhos e podiam imprimir sem os problemas que davam antes no Windows NT, que era o sistema do servidor antes do RedHat.
O esquema de PDC (controlador de domínio) fez tanto sucesso na Universidade que um professor do curso de Matemática me chamou pra ajudar ele a fazer o mesmo no laboratório de lá. Inclusive, alguns alunos de outros cursos vinham me pedir pra usarem os PCs do nosso laboratório, pois tínhamos a fama de "o único laboratório da UEFS sem vírus", mas isso não tem nada a ver com o FreeBSD no servidor, tem a ver com as políticas de segurança que eu aplicava nos Windows NT dos PCs. Em 2004 fui pra Ilhéus cursar Ciência da Computação na UESC e desde então, nunca mais havia usado um FreeBSD.
Em 2006, quando comecei a ajudar os funcionários da RG3.Net a dar manuntenção nos servidores foi que me reencontrei com o FreeBSD, desta vez, na versão 5.2.
Em 2007, assumi a propriedade da RG3.Net e desde então, fiz algumas atualizações. O servidor do provedor tornou-se FreeBSD 6.2 (instalei uma máquina nova com o sistema do zero), que posteriormente foi atualizado para 6.3. Hoje em dia, temos outro servidor novo, com o FreeBSD 7.0. O servidor do site também foi atualizado pra versão 7.
Nessa retomada no mundo do FreeBSD foi que eu aprendi várias coisas, como usar o ports e outros programas correlatos como portsnap, portupgrade e freebsd-update.
Hoje em dia uso FreeBSD diariamente, não no meu desktop, mas nos servidores e estou feliz com isso. Inclusive, após usar Linux em servidores por muito tempo lá em Ilhéus e voltando pro FreeBSD aqui em Feira de Santana, posso afirmar: em se tratando de servidores de rede, considero o FreeBSD muito mais fácil de configurar e usar.
sábado, agosto 23, 2008
Enquanto isso...
...já anunciaram as datas previstas para o lançamento do FreeBSD 6.4 e do 7.1.
Estou ansioso pra atualizar pro 7.1. O 7.0 está rodando bem aqui, mas tive alguns problemas com o ppp. Mas isso é assunto pra outro post.
Estou ansioso pra atualizar pro 7.1. O 7.0 está rodando bem aqui, mas tive alguns problemas com o ppp. Mas isso é assunto pra outro post.
sexta-feira, agosto 22, 2008
Servidores do Fedora invadidos
Olá, pessoal.
Voltei a postar no meu (quase abandonado) blog e a notícia não é boa (não que eu use Fedora, mas invasões nunca são boas).
Fiquei sabendo hoje que alguns servidores do repositório do Fedora foram invadidos. Existe um e-mail na lista de discussão fedora-announce-list que explica melhor o fato:
Infrastructure report
Voltei a postar no meu (quase abandonado) blog e a notícia não é boa (não que eu use Fedora, mas invasões nunca são boas).
Fiquei sabendo hoje que alguns servidores do repositório do Fedora foram invadidos. Existe um e-mail na lista de discussão fedora-announce-list que explica melhor o fato:
Infrastructure report
sexta-feira, março 28, 2008
Distro de tolo
Recebi por e-mail, na lista da FUG-BR. Fiz uma pequena alteração: adicionei o animal na nona estrofe, sendo fiél à versão original de Raulzito.
Letra de Leonardo Menezes Vaz
Música de Raul Seixas
Bah!
Eu devia estar contente, porque eu tenho um emprego
Sou um dito SysAdmin respeitável e ganho mil reais por mês...
Bah!
Eu devia agradecer por ter tido sucesso na vida como SysAdmin
Eu devia estar feliz porque consegui integrar o OpenSuSE com o Windows 2003...
Bah!
Eu devia estar alegre e satisfeito por morar em Porto Alegre
Depois de ter passado fome por vinte dias na Alemanha...
Bah!
Eu devia estar sorrindo e orgulhoso
Por finalmente ter conseguido entrar no Planet SuSE,
Mesmo que todo mundo me zoe e faça disso uma piada jocosa...
Bah!
Eu devia estar contente por ter conseguido tudo isso
mas confesso abestalhado que eu estou decepcionado...
Porque foi tão fácil conseguir, e agora eu me pergunto "e daí?"
Eu tenho uma porção de coisas prá blogar
E eu não posso ficar aqui parado...
Bah!
Eu devia estar feliz pelo Senhor
Ter me concedido o Sábado prá ir com a pessoal
No evento do Tchelinux dar palestra de OpenSUSE...
Bah!
Mesmo falando das facilidades,
da Novell, Microsoft, Lagarto, SLES, YAST
E mesmo assim não ter ninguem que use...
É você olhar no espelho e ver um SysAdmin Júnior
Saber que o YAST é uma ferramenta limitada
E que deixa só dez por cento de sua CPU livre, animal!
E você ainda acredita que ser é um CCNA, MCSS ou MCSE
É grande coisa, e que te garante um lugar no mercado...
Bah,
Eu que não me sento numa cadeira de CPD
Com a boca escancarada cheia de dentes
Esperando o OpenSuSE bootar...
Porque longe dos datacenters onde rodam SLES com YAST
existem servidores BSDs e SysAdmin de verdade que usam vi...
Letra de Leonardo Menezes Vaz
Música de Raul Seixas
Bah!
Eu devia estar contente, porque eu tenho um emprego
Sou um dito SysAdmin respeitável e ganho mil reais por mês...
Bah!
Eu devia agradecer por ter tido sucesso na vida como SysAdmin
Eu devia estar feliz porque consegui integrar o OpenSuSE com o Windows 2003...
Bah!
Eu devia estar alegre e satisfeito por morar em Porto Alegre
Depois de ter passado fome por vinte dias na Alemanha...
Bah!
Eu devia estar sorrindo e orgulhoso
Por finalmente ter conseguido entrar no Planet SuSE,
Mesmo que todo mundo me zoe e faça disso uma piada jocosa...
Bah!
Eu devia estar contente por ter conseguido tudo isso
mas confesso abestalhado que eu estou decepcionado...
Porque foi tão fácil conseguir, e agora eu me pergunto "e daí?"
Eu tenho uma porção de coisas prá blogar
E eu não posso ficar aqui parado...
Bah!
Eu devia estar feliz pelo Senhor
Ter me concedido o Sábado prá ir com a pessoal
No evento do Tchelinux dar palestra de OpenSUSE...
Bah!
Mesmo falando das facilidades,
da Novell, Microsoft, Lagarto, SLES, YAST
E mesmo assim não ter ninguem que use...
É você olhar no espelho e ver um SysAdmin Júnior
Saber que o YAST é uma ferramenta limitada
E que deixa só dez por cento de sua CPU livre, animal!
E você ainda acredita que ser é um CCNA, MCSS ou MCSE
É grande coisa, e que te garante um lugar no mercado...
Bah,
Eu que não me sento numa cadeira de CPD
Com a boca escancarada cheia de dentes
Esperando o OpenSuSE bootar...
Porque longe dos datacenters onde rodam SLES com YAST
existem servidores BSDs e SysAdmin de verdade que usam vi...
segunda-feira, março 10, 2008
O castigo dos 64 bits
Pois eh, quem tem processador de 64 bits sofre pra usar todos os bits.
Meu notebook eh um Athlon X2 64-bits, estava rodando Debian (amd64) nele. Havia problemas com o Flash e outras coisas que so tinham pra 32-bits. Um xunxu (workaround) com bibliotecas de 32-bits resolvia o problema, mas era muito chato fazer isso.
Esse fim de semana instalei o FreeBSD 7.0 (amd64 tambem) nele, ja estava querendo tirar o Linux pra botar FreeBSD fazia um tempo. Instalou direitinho (quer dizer, deu um pouco de trabalho pra dar boot no CD).
O problema eh que o driver da nVidia pra FreeBSD suporta somente i386, ou seja, sem driver oficial pra 64-bits no FreeBSD. Ja meio triste, tentei o driver do X.org, aquele "nv" que a gente usa no xorg.conf. Nada de iniciar o X... problema viu! O jeito foi usar o X com o "vesa", que, obviamente, nao tem os recursos de aceleracao 3D.
E isso nao acontece so no mundo do UNIX nao, tambem usei Windows Vista por umas semanas nesse notebook. Instalei a versao de 64-bits e nem os proprios drivers de 64-bits que vieram no CD do computador funcionaram direito. Como resolvi? Instalei o Windows XP de 32-bits mesmo :(
Acho que vou ter que fazer o mesmo no FreeBSD ou mesmo no Linux (se tiver que voltar pra ele). Pesquisando no Google, encontrei muitas pessoas tendo problemas com SO de 64-bits: drivers faltando, menos pacotes nos repositorios, programas nao-suportados, etc.
Vamos ver no que isso vai dar.
Meu notebook eh um Athlon X2 64-bits, estava rodando Debian (amd64) nele. Havia problemas com o Flash e outras coisas que so tinham pra 32-bits. Um xunxu (workaround) com bibliotecas de 32-bits resolvia o problema, mas era muito chato fazer isso.
Esse fim de semana instalei o FreeBSD 7.0 (amd64 tambem) nele, ja estava querendo tirar o Linux pra botar FreeBSD fazia um tempo. Instalou direitinho (quer dizer, deu um pouco de trabalho pra dar boot no CD).
O problema eh que o driver da nVidia pra FreeBSD suporta somente i386, ou seja, sem driver oficial pra 64-bits no FreeBSD. Ja meio triste, tentei o driver do X.org, aquele "nv" que a gente usa no xorg.conf. Nada de iniciar o X... problema viu! O jeito foi usar o X com o "vesa", que, obviamente, nao tem os recursos de aceleracao 3D.
E isso nao acontece so no mundo do UNIX nao, tambem usei Windows Vista por umas semanas nesse notebook. Instalei a versao de 64-bits e nem os proprios drivers de 64-bits que vieram no CD do computador funcionaram direito. Como resolvi? Instalei o Windows XP de 32-bits mesmo :(
Acho que vou ter que fazer o mesmo no FreeBSD ou mesmo no Linux (se tiver que voltar pra ele). Pesquisando no Google, encontrei muitas pessoas tendo problemas com SO de 64-bits: drivers faltando, menos pacotes nos repositorios, programas nao-suportados, etc.
Vamos ver no que isso vai dar.
quinta-feira, fevereiro 28, 2008
FreeBSD 7.0!
Já foi! Lançaram ontem (me atrasei a postar no blog).
Já vou baixar e deixar o CD gravado e guardadinho pras horas certas :) E vou também atualizar o servidor da RG3 que tá rodando o 7.0-RC2 ainda. Ôh, notícia boa!!!
Que o download comece!
http://www.freebsd.org/releases/7.0R/announce.html
----- texto adicionado -----
Essa não podia deixar de postar. Tenho que adicionar essa imagem a este post. Fui baixar a ISO como tinha dito acima, e vejam só: rsrs

Tá todo mundo baixando. Na lista da FUG tá uma euforia só!
Já vou baixar e deixar o CD gravado e guardadinho pras horas certas :) E vou também atualizar o servidor da RG3 que tá rodando o 7.0-RC2 ainda. Ôh, notícia boa!!!
Que o download comece!
http://www.freebsd.org/releases/7.0R/announce.html
----- texto adicionado -----
Essa não podia deixar de postar. Tenho que adicionar essa imagem a este post. Fui baixar a ISO como tinha dito acima, e vejam só: rsrs

Tá todo mundo baixando. Na lista da FUG tá uma euforia só!
segunda-feira, fevereiro 18, 2008
Flash Player para Linux 64-bits (amd64)
Muitos vão acabar chegando aqui pelo Google, achando que encontraram a solução para o Flash Player em Linux amd64. Bem, a solução completa não tenho aqui (posso até fazer um post explicando como fiz o Flash funcionar no meu Debian amd64), mas tenho a raiz da solução do problema.
Gostaria de pedir a vocês que visitassem duas páginas:
http://www.petitiononline.com/lin64swf/petition.html
http://www.adobe.com/cfusion/mmform/index.cfm?name=wishform
A primeira, é uma petição on-line para que os desenvolvedores da Macromedia façam uma versão de 64-bits do Flash Player pra Linux. A segunda, é uma página do próprio site da Macromedia onde é possível pedir novos recursos, no caso, devemos solicitar uma versão de 64-bits do Flash Player pra Linux (foi o que eu fiz).
A expectativa é que através da petição e dos pedidos pelo site da Macromedia, eles finalmente façam uma versão de 64-bits pra Linux. Isso resolveria nossos problemas, pois não precisaríamos mais manter versões de 32-btis dos nossos navegadores pra poder ver conteúdo em Flash.
Eu por exemplo, tenho um notebook AMD64, mas preciso usar o Firefox de 32-bits por causa do Flash. Isso me deixa irritado! :P
Pois bem, vamos assinar a petição e encher o saco da Macromedia até que eles façam a bendita versão de 64-bits.
Gostaria de pedir a vocês que visitassem duas páginas:
http://www.petitiononline.com/lin64swf/petition.html
http://www.adobe.com/cfusion/mmform/index.cfm?name=wishform
A primeira, é uma petição on-line para que os desenvolvedores da Macromedia façam uma versão de 64-bits do Flash Player pra Linux. A segunda, é uma página do próprio site da Macromedia onde é possível pedir novos recursos, no caso, devemos solicitar uma versão de 64-bits do Flash Player pra Linux (foi o que eu fiz).
A expectativa é que através da petição e dos pedidos pelo site da Macromedia, eles finalmente façam uma versão de 64-bits pra Linux. Isso resolveria nossos problemas, pois não precisaríamos mais manter versões de 32-btis dos nossos navegadores pra poder ver conteúdo em Flash.
Eu por exemplo, tenho um notebook AMD64, mas preciso usar o Firefox de 32-bits por causa do Flash. Isso me deixa irritado! :P
Pois bem, vamos assinar a petição e encher o saco da Macromedia até que eles façam a bendita versão de 64-bits.
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